Para permanecer na série A, o Inter, de Valdívia, precisa vencer e secar rivais.
Não vai ser
fácil escapar da segunda divisão. Mas o Inter está tentando. Neste domingo
(11), o Colorado precisa quebrar um jejum de seis meses fora de casa e ainda
torcer muito para não cair pela primeira vez em sua história. O adversário será
o Fluminense, no Rio de Janeiro, a partir das 17h (horário de Brasília).
A última vez
que o Internacional venceu fora de casa foi em 29 de maio, diante do Santos. O
técnico ainda era Argel Fucks. Depois dele passaram pelo comando do time Paulo
Roberto Falcão, Celso Roth e agora Lisca.
"É melhor
ficar em casa, chorando, né? Não é meu perfil, vamos a luta. Estamos a quase
seis meses sem vencer fora, mas vamos tentar. Isso é uma motivação a mais.
Trabalhei assim com os jogadores e tenho certeza que vamos ter uma boa atuação.
Com dignidade", disse o técnico Lisca.
E será
necessário fazer o que não faz há mais de seis meses para evitar a primeira
queda de divisão de sua história. O Inter não tem tarefa fácil para permanecer
na elite. Não basta vencer o Fluminense, ainda precisa contar com derrota ou
empate do Sport diante do Figueirense, ou quem sabe derrota do Vitória para o
Palmeiras, e neste caso ainda seria necessário tirar uma diferença de cinco
gols de saldo.
Secar é ordem
no time vermelho. E ao mesmo tempo, o clube ainda nutre a esperança de tirar
pontos do rubro-negro baiano no STJD. No começo da semana, entrará com recurso
alegando a inscrição irregular do zagueiro Victor Ramos. Independente de
conseguir ou não evitar o rebaixamento, a ideia é seguir com o processo no
Tribunal.
A delegação foi
para o Rio de Janeiro na sexta-feira, treinou fechado no sábado e terá algumas
novidades. Eduardo Sasha, Geferson e Arthur sequer foram relacionados. O trio
foi usado regularmente na temporada, mas por opção do comando está afastado do
último compromisso.
Uma tarde que
tende a ser tensa se avizinha. "O Inter já passou por situações bem
difíceis. Naquele ano contra o Paysandu, se não me engano, o Inter precisava de
resultados. O Inter nunca caiu, mas não vejo assim. O Vitória também está assim.
Eu sei da força de Vitória e Sport. Eles jogam em casa, são favoritos. Não
temos como intervir nos dois jogos, vamos torcer. Mas não adianta focar nessas
situações e deixar de fazer a nossa parte. O mote é: não tem como interferir na
Ilha, no Barradão. Então vamos nos concentrar na nossa partida, fazendo o nosso
papel. E aí, depois, não depende da gente", acrescentou o treinador.
Fonte: UOL Esportes

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